Psicóloga Clínica · CRP 06/189754

Terapia online para brasileiros nos EUA

Você aprendeu a funcionar em inglês. No trabalho, nas contas, no médico, nas pequenas negociações do dia a dia. Provavelmente bem. Mas existe uma diferença entre funcionar numa língua e sentir nela — e essa diferença aparece na terapia o tempo inteiro.

A língua em que você cresceu é a língua em que você se conhece. Quando o espaço terapêutico é em português, algo muda: você não precisa traduzir o que está sentindo antes de conseguir dizê-lo.

Sou psicóloga e atendo brasileiros no exterior, inclusive pessoas que vivem nos EUA há semanas, anos ou décadas. O que cada uma carrega é diferente, mas a necessidade de um espaço em português — onde você pode ser inteiro — aparece em quase todas as histórias.

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Brasileiros nos Estados Unidos
  • CRP 06/189754
  • Psicóloga Clínica Formada pela PUC-SP
  • Pacientes em mais de 10 países
O que aparece no consultório

O que brasileiros nos EUA trazem para a terapia

A experiência de brasileiros nos EUA tem algumas marcas que surgem com frequência na terapia:

  • Funcionar sem pertencer

    Você consegue trabalhar, pagar as contas, se virar. Mas no fim do dia, a sensação de não estar completamente em nenhum lugar persiste de formas que são difíceis de explicar pra quem nunca saiu.

  • A pressão do "dar certo"

    Ir pros EUA carrega um peso narrativo. É a aposta grande. E isso cria um silêncio em torno do que está difícil: parece ingratidão reclamar, parece fraqueza admitir que está pesando.

  • Saudade sem justificativa

    Tudo está funcionando, você está bem no papel. Por que ainda assim sente falta de algo que não consegue nomear?

  • Ansiedade de visto e status migratório

    A incerteza sobre o futuro legal no país funciona como um ruído de fundo que nunca desliga completamente, mesmo nos momentos bons.

  • O choque de valores

    O individualismo americano, o ritmo de trabalho, a forma de construir relações: tudo isso é diferente do jeito brasileiro, e a adaptação tem um custo emocional que nem sempre é reconhecido.

  • Criar filhos numa cultura diferente

    Decidir o que transmitir, o que deixar ir, como manter uma identidade brasileira dentro de casa enquanto a escola, os amigos e o mundo lá fora puxam para outro lado. É uma responsabilidade que pesa de formas que muitos pais só conseguem nomear quando param para falar sobre isso.

Base clínica

Uma prática clínica construída com pesquisa

Na minha pesquisa sobre saúde mental de expatriados, analisei dados de mais de 40 psicólogos que atendem brasileiros em todo o mundo. Diferenças culturais apareceram em 80% dos casos; perda da rede de apoio, em 72,5%; dificuldades com o idioma local, em 42,5%. Os EUA concentram os três: a distância cultural é grande, a rede de apoio desaparece e o inglês — mesmo fluente — tem um custo emocional que não desaparece com a prática.

O que os dados confirmam é o que vejo no consultório: a experiência de brasileiros nos EUA tem camadas que não são visíveis de fora, e que raramente aparecem em conversas com quem nunca saiu do Brasil.

Regina Gauer
Sobre mim

Sou Regina Gauer, e estudei exatamente o que você está vivendo

Sou psicóloga clínica formada pela PUC-SP, com cursos de extensão pelo Instituto de Psicologia da USP e pela PUC-SP. O que me diferencia de outros psicólogos que atendem online é que a expatriação não é apenas minha prática clínica: é também o tema da minha pesquisa acadêmica pela PUC-SP, com dados de mais de 40 psicólogos e pacientes em mais de 10 países.

Atendo brasileiros nos EUA há anos. A experiência de morar lá aparece com muita frequência no consultório.

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Como funciona

Como começar

  1. Entre em contato pelo WhatsApp

    Mande uma mensagem contando brevemente sua situação atual. Vamos conversar sobre o que você está vivendo e avaliar juntos como a terapia pode ajudar.

  2. Agendamos a primeira sessão

    As sessões são online, por videochamada, pelo Google Meet, com duração de aproximadamente 50 minutos. Nos adaptamos ao seu fuso horário.

  3. O processo começa no seu ritmo

    A terapia se constrói a partir das suas necessidades, da sua história e do que você quer entender melhor sobre si mesmo.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Como funciona o pagamento estando nos EUA?
Meus pacientes costumam me transferir pela Wise. É possível também a transferência por Pix caso você ainda tenha uma conta ativa no Brasil. Confirmamos os detalhes no primeiro contato.
Você atende em inglês também?
Sim! Atendo em português pacientes brasileiros e de qualquer país lusófono, em que se fala português, assim como atendo estrangeiros de diversas nacionalidades em inglês. Marque uma primeira conversa e combinamos o que mais se adequa ao seu caso.
Preciso estar em crise para começar?
Não. Muitas pessoas chegam não porque algo colapsou, mas porque percebem que estão carregando mais do que conseguem processar sozinhas. A terapia funciona bem nos dois casos.

Está pensando em começar?

Me chama no WhatsApp — a primeira conversa é sem compromisso.

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